O cartão mais fácil de obter

Os cartões de crédito tornaram-se uma parte essencial da vida cotidiana da maioria das pessoas e mudou por completo a gestão das finanças pessoais. Quase sem se dar conta, cada português acumula uma média de quatro cartões diferentes em sua carteira. Perante estes números, não há que se admirar de que, em 2007, foram contabilização um total de 940 milhões de operações com esta ferramenta de pagamento, com um valor médio de 66,37 euros, segundo dados do Observatório de Meios de Pagamento.

Os dados do Banco de Portugal falam de um aumento de 10,43% no número de ‘plásticos’ em circulação no país até as 43,78 milhões de unidades, três vezes mais do que em 2000. Estes números servem por si mesmas, para perceber até que ponto os cartões de crédito tornaram-se uma ferramenta de pagamento habitual para os espanhóis.

No entanto, o aumento de casos de dívidas acumuladas pelo mau uso deste produto também nos leva a questionar o verdadeiro grau de conhecimento do cidadão comum sobre o funcionamento do dinheiro de plástico. Crédito versus débito o primeiro passo para entender como funciona um cartão de crédito é saber em que consiste exatamente. E é que há diferentes tipos de ‘plásticos’ em circulação.

Os cartão de credito

Os mais comuns são os cartões de débito e crédito. A principal diferença é que na primeira, os pagamentos são enviados diretamente e, sobretudo, de forma mais ou menos imediata para a conta bancária do titular, enquanto que na segunda o pagamento costuma ser diferido no tempo (um mês na maioria dos casos).

Desta forma, os cartões de crédito, como o próprio nome indica, são uma fórmula de obter um dinheiro que ainda não está na conta corrente do usuário, mas supõe-se que será no momento da cobrança. É como se o banco ou entidade emissora adelantasen ao titular um dinheiro que se supõe que você ganha no curto prazo.

Em resumo: enquanto que com os cartões de débito você só pode ter o dinheiro na conta (às vezes permitem um pequeno descoberto), com os cartões de crédito você pode obter mais capital do que realmente se tem. Daí o componente de crédito. A quantidade vai depender da situação financeira de cada pessoa e, sobretudo, da sua capacidade de crédito.

Tipos de cartão

O funcionamento geral das placas, é relativamente fácil a partir de um ponto de vista teórico. A entidade bancária ou de cartão coloca à disposição do titular do ‘plástico’ um dinheiro que ele pode acessar livremente. Trata-Se de uma espécie de ‘empréstimo’ por um determinado período até o período de liquidação, geralmente com um mês de exibição. Ou seja, o usuário pode fazer suas compras e no final do mês a entidade pagar todas as despesas que haja realizado.

Se a conta corrente tem de fundos será mantido o crédito e não terá que pagar qualquer tipo de comissão ou juros, mas caso contrário, é quando entra em funcionamento o mecanismo de empréstimo do cartão com seus interesses e comissões.  Embora a maioria de cartões de crédito operam da forma descrita anteriormente, existem diferentes modalidades de pagamento e de acesso a esse “crédito”, o que faz com que também haja diferentes tipos de cartões de crédito.

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